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Líderes de TI estão preocupados e investindo em segurança e em modelo híbrido de trabalho

Desde o começo da pandemia, em março de 2020, ataques cibernéticos têm ocorrido de forma mais frequente. Sendo eles em grandes empresas privadas e em organizações públicas no Brasil. Dando destaque a discussões sobre a maturidade da cibersegurança e a inclusão do tema proteção de dados na estratégia de negócios das companhias.

Conforme a adoção massiva ao trabalho remoto, a segurança da informação foi readequada para um cenário totalmente inédito que se mantém no modelo híbrido. Mas fatores como comportamento de usuários e mais investimento para proteção de aplicações e dados ainda são um desafio. É o que mostra a pesquisa de segurança encomendada pela Citrix e realizada pela One Pool em agosto de 2021 com 1.500 líderes de TI em empresas no Brasil, Argentina, Canadá, México, Chile e Colômbia.

Na preferência da maioria dos funcionários, o trabalho híbrido se mantém como o modelo escolhido pelas empresas. Ao se tratar de segurança da informação, constatou-se o aumento de ameaças como resultado do trabalho remoto de acordo com 86% dos entrevistados da pesquisa no Brasil. Desde o início da pandemia, mais da metade (56%) das empresas no país já tiveram algum problema relacionado à cibersegurança como ataques phishing ou ransomware. Nesse contexto, o comportamento do funcionário contribuiu, de certa forma, para a ocorrência de ataques cibernéticos, segundo 74% dos entrevistados.

O levantamento sobre o cenário de segurança da informação no Brasil identificou grandes desafios de segurança enfrentados pelas companhias no país. Dentre eles o uso de redes inseguras para acessar dados da empresa, apontado por 44% dos profissionais de TI entrevistados; o uso de dispositivos pessoais sem supervisão (41%); senhas fracas (37%) e orçamento limitado para se investir em segurança (26%)

Analytics como tendência.

Para endereçar esses desafios, tecnologias como IA (Inteligência Artificial) e ML (Machine Learning) são alguns dos recursos capazes de prover o suporte necessário à TI para continuar a evoluir de forma simultânea às necessidades de segurança atuais.

Conforme aponta a pesquisa, 60% dos líderes de TI no Brasil já estão implementando tecnologias como IA e ML para melhorar a segurança da companhia, e 90% dos profissionais ouvidos acreditam que a automação irá contribuir para suprir parte das qualificações de segurança.

Experiência do usuário

Com funcionários trabalhando de qualquer lugar usando dispositivos de sua escolha, a segurança da informação no Brasil está sendo revista na consolidação do modelo híbrido de trabalho. Nesse sentido, líderes de TI também estão entendendo a importância e o valor da experiência do usuário e que a segurança da informação não precisa ser uma obstrução à essa proposta. De acordo com a pesquisa, 95% dos entrevistados concordam que a experiência do funcionário desempenha um papel prioritário na estratégia de segurança de uma organização.

A dualidade entre a experiência do usuário de forma descomplicada, produtiva e assertiva versus a segurança Zero Trust, que promove proteção de aplicação e dados de qualquer dispositivo, já ficou para trás. Entretanto, hoje, existem tecnologias no mercado baseadas em intenção. Como Inteligência Artificial, orquestração de rede e Machine Learning para automatizar tarefas administrativas em uma rede em tempo real. Capacitando a TI para entregar uma experiência aprimorada e que mantém os usuários envolvidos e produtivos.

Como habilitar o trabalho híbrido seguro

Apesar da atual disponibilidade de novas tecnologias no país, a pesquisa da Citrix identificou que 84% dos profissionais de TI ouvidos têm preocupações de segurança relacionadas a serviços de nuvem (públicas). Sendo 58% por perda de dados e 34% por malwares.

Assim sendo, o foco em segurança da informação desde o surto do COVID-19 em março de 2020 foi confirmado por 96% dos profissionais de TI entrevistados. Foi constatado que 93% das empresas aumentaram seus investimentos em segurança no período e 89% estão hoje com uma abordagem de segurança mais robusta devido ao trabalho remoto.

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